O que muda no primeiro Galaxy Buds aberto
Em vez de entrar no canal auditivo, o Buds On se prende à parte externa da orelha com um arco flexível. A Samsung diz que o desenho clip-on distribui a pressão e foi pensado para permanecer firme durante deslocamentos e exercícios, mantendo o ouvido aberto para buzinas, avisos e conversas.
A proposta não substitui diretamente um fone com borrachinha e cancelamento ativo de ruído. Ela prioriza conforto prolongado e percepção do ambiente, duas vantagens relevantes para quem não gosta da sensação de vedação ou precisa continuar atento ao redor.
Som e vazamento exigem expectativas corretas
O sistema TwinBoost direciona o áudio aos ouvidos e a função Audio Leakage Reduction tenta reduzir o som que escapa para quem está próximo. Ainda assim, a fabricante reconhece que o vazamento pode variar com volume, formato da orelha e ruído ambiente.
Na prática, o formato aberto tende a perder impacto de graves e isolamento em ônibus, aviões e ruas barulhentas quando comparado a um bom intra-auricular. Para treinos leves, escritório e caminhadas, a consciência ambiental pode ser mais valiosa que o isolamento máximo.
Gemini, gestos e chamadas dependem do ecossistema
Pareado a um celular Galaxy compatível com Galaxy AI, o fone pode iniciar o Gemini Live por voz. Também há movimentos de cabeça para confirmar ou recusar ações e um atalho de voz para criar anotações rápidas com Bixby e Gravador de Voz.
Nas chamadas, três microfones trabalham com uma unidade de captação por condução óssea e processamento por aprendizado de máquina. Parte desses recursos exige aparelho, conta e aplicativos compatíveis, portanto usuários de outras marcas devem avaliar o fone pelo áudio e conforto, não pela lista completa de funções Galaxy.
Bateria e disponibilidade
A autonomia anunciada chega a 9,5 horas nos fones. A versão preta começou a ser vendida na Coreia do Sul em 27 de outubro por 299 mil won, e a Samsung informou que outros mercados receberão o produto depois.
Não há preço, data ou cores confirmados para o Brasil. Conversões diretas ignoram impostos, logística e estratégia local; a decisão mais segura é esperar o anúncio brasileiro e comparar a garantia oficial com alternativas abertas já disponíveis.
Onde confirmamos as informações
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